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O Caderno de Maya, Isabel Allende

Quarta-feira, 21.12.11

Sou uma fã incondicional de Isabel Allende.

Desde o primeiro livro que li da escritora chilena - Paula - que não tenho mãos (nem bolsos) a medir para ler as suas obras. Aguardo ansiosamente que seja lançado uma nova obra; vou ao site oficial para ver se há alguma novidade; espero sempre que o dia 8 de Janeiro seja um dia inspirador para Isabel, pois assim sei que iremos ter entre nós mais uma grande obra.

 

Em Novembro passado foi lançado pela Porto Editora o tão aguardado novo romance, intitulado O Caderno de Maya.

Segundo a autora, a personagem Maya " (...) fez-me sofrer mais do que qualquer outra das minhas personagens. Em algumas cenas apeteceu-me dar-lhe um par de estalos para a fazê-la voltar à razão, e noutras envolvê-la num abraço apertado para a proteger do mundo e do seu próprio coração imprudente."

Ao contrário das obras anteriores, onde a temática caía no passado da história chilena, O Caderno de Maya debruçasse num tema bastante contemporâneo - o da droga. Isabel Allende sentiu a necessidade de contar uma história mais actual.

 

"Sou Maya Vidal, dezanove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado por falta de oportunidade e não por esquisitice, nascida em Berkeley, Califórnia, com passaporte americano, temporariamente refugiada numa ilha no sul do mundo. Chamaram-me Maya porque a minha Nini adora a Índia e não ocorreu outro nome aos meus pais, embora tenham tido nove meses para pensar no assunto. Em hindi, Maya significa “feitiço, ilusão, sonho”, o que não tem nada a ver com o meu carácter. Átila teria sido mais apropriado, pois onde ponho o pé a erva não volta a crescer."

 

 

Um livro será sempre uma excelente oferta e O Caderno de Maya irá com certeza encher a alma de quem o lê.

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por Paula Patricio às 21:00

Próximas leituras

Quarta-feira, 09.11.11

Tenho andado contida na compra de livros. A vida está cara e, cada vez mais, o gosto pela leitura é um "vício" demasiado caro. Vai-nos valendo os livros a 1,00€ da Sábado! Mas, como uma viciada não deixa o seu vício assim do pé para a mão, ontem passei pela Bertrand da Avenida de Roma e trouxe 3 novos livrinhos. São eles:

- Abraço, José Luís Peixoto

 

- O Caderno de Maya, Isabel Allende

 

- Diz-me quem sou, Julia Navarro

 

 

Por enquanto, vou enchendo as vistas e a alma com Um Dia, de David Nicholls e está a ser maravilhoso!

 

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O Anjo Branco, José Rodrigues dos Santos

Segunda-feira, 15.11.10

Acabei de ler O Anjo Branco, o último romance de José Rodrigues dos Santos, e estou simplesmente encantada!

Recomendo a todos os que são fãs de José Rodrigues dos Santos e mesmo àqueles que não são apreciadores das anteriores obras do autor; recomendo aos curiosos pela temática do Ultramar; a novos e velhos; aos que viveram a história in loco e aos que aprenderam o que nos deixavam aprender.

 

 

 

 

Como o próprio autor diz nas suas notas finais, "Para todos os efeitos, e embora Wiriyamu tenha constituído o maior embaraço público de Portugal na guerra de África, esta obra não é exclusivamente sobre os trágicos acontecimentos nessa aldeia. É antes um romance sobre os Portugueses na África onde nasci, um registo ficcional de um pedaço da minha históriaque procurei abordar nas sua múltiplas contradições e evitando as colorações ideológicas que tendem a simplificar os factos e as suas causas. A história é feita de histórias e são elas que a tornam viva."

 

Sinopse: A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo.

No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda do mato.

Chamam-lhe o Anjo Branco.

Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.

Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.

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Os olhos amarelos dos crocodilos, Katherine Pancol

Quarta-feira, 10.11.10

Este é um romance sobre a mentira, mas também sobre a amizade e o amor, o dinheiro e a traição, o medo e a ambição.

 

Sinopse: A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas.

Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livri que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destinos destas duas mulheres.

 

 

 

A escritora francesa Katherine Pancol traça com mestria um retrato real e vivo de mulheres que tentam triunfar na carreira profissional, na vida familiar e alcançar o reconhecimento social. Mas que, por baixo desta aparente vida de sucesso, escondem uma profunda infelicidade, falta de confiança e frustação.

Os olhos amarelos dos crocodilos é uma verdadeira lição de vida. Este romance, um verdadeiro best-seller em Espanha e França, dá-nos a conhecer as mulhetes que somos, as que queremos ser, as que nunca seremos e as que talvez sejamos um dia. Mulhetes à procura de um caminho na vida, em busca de si próprias e à descoberta de novos amores.

 

Os olhos amarelos dos crocodilos, de Katherine Pancol, é um romance que desvenda e revela o retrato real da mulheres que tentam ser bem sucecidas na carreira profissional, alcançar o reconhecimento social e ter uma família exemplar. Porém, atrás de todo o sucesso alcançado encontra-se uma profunda insastifação pessoal aliadas à infelicidade e total falta de auto-confiança.

 

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por Paula Patricio às 22:12

Enquanto Salazar dormia, Domingos Freitas do Amaral

Segunda-feira, 08.11.10

 

Foi lançado e não o comprei de imediato. Nem sei qual a razão! Apenas não me apeteceu na altura!

Depois foi lançado numa edição de "livro de bolso", muito mais económico e eu olhava para ele todos os dias quando ia dar uma vista de olhos nas novas publicações. Um dia esqueci-me em casa do livro que andava a ler e, para não andar a polir a calçada de Lisboa, decidi-me em comprá-lo.


Bendita a hora!

 

Não é apenas mais um livro acerca de Portugal da época de Salazar; não é apenas mais um livro sobre a Ditadura. Enquanto Salazar dormia mostra-nos um uotro lado dessa época. Fala da Lisboa dos anos 40, década em que podíamos viver o glamour da Europa, misturado com a pobreza de Portugal. O glamour vindo dos ingleses e alemães (muitos deles espiões de ambos os países) que subiam e desciam o Rossio; a pobreza dos portugueses que viviam apenas com aquilo que a terra lhe dáva.

Jack Gil, espião luso-britâncio, poderá ser denominado como o protagonista da história, uma vez que é quando Jack volta a Portugal, 50 anos depois de ter "abandonado" o nosso país, que regressamos aos anos 40 e revivemos o que Kack viveu e as mulheres que amou.

 

Sinopse: Lisboa, 1941. Um oásis de tranquilidade numa Europa fustigada pelos horrores da II Guerra Mundial. Os refugiados chegam aos milhares e Lisboa enche-se de milionários e actrizes, judeus e espeiões. Portugal torna-se palco de uma guerra secreta que Salazar permite, mas vigia à distância.

Jack Gil Mascarenhas, um espião luso-britânico, tem por missão desmantelar as redes de espionagem nazi que actuam por todo o país, do Estoril ao Cabo de São Vicente, de Alfama à Ericeira. Estas são as suas memória, contadas 50 anos mais tarde. Recorda os tempos que viveu numa Lisboa cheia de sol, de luz, de sombras e de amores. Jack Gil relembra as mulheres que amou; o sumptuoso ambiente que se vivia no Hotel Aviz, onde espiões se cruzavam com embaixadores e reis; os sinistros mebros da polícia política de Salazar ou mesmo os taxistas da cidade.

Um mundo secreto e oculto, onde as coisas aconteciam "enquanto Salazar dormia", como dizia ironicamente Michael, o grande amigo de Jack, também ele um espião do MI6.

Num país dividido, os homens tornam-se mais duros e as mulheres mais disponíveis. Fervem intrigas e boatos, numa guerra suja e sofisticada, que transforma Portugal e os que aqui viveram nos anos 40.

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por Paula Patricio às 21:57

Fúria Divina, José Rodrigues dos Santos

Sábado, 06.11.10

Uma mensagem secreta da Al-Qaeda faz soar as campainhas de alarme em Washington. Seduzido por uma bela operacional da CIA, o historiador e criptanalista português Tomás Noronha é confrontado com uma estranha cifra - 6AYHAS1HA8RU.

 

Ahmed é um menino egípcio a quem o mullah Saad ensina na mesquita o carácter pacífico e indulgente do islão. Mas nas aulas da madrassa aparece um novo professor com um islão diferente, agressivo e intolerante. O mullah e o bovo professor digladiam-se por Ahmed e o menino irá fazer uma escolha que nos transporta ao maior pesadelo do nosso tempo.

E se a Al-Qaeda tem a bomba atómica?

Baseando-se em informações verídicas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra surpreendente como o mestre dos grandes temas contemporâneos. Mais do que um empolgante romance, Fúria Divina é um impressionante guia que nos orienta pelo labirinto do mundo e nos revela os tempos em que vivemos.

 

Comprei-o no seu lançamento no Centro Comercial Colombo, local que, na minha opinião, não foi o mais adequado para o tão aguardado regresso de José Rodrigues dos Santos.

A confusão era imensa; já o é num dia normal de ida ao shopping mas, misturado com o lançamento de um novo livro de um dos escritores mais vendidos em Portugal e com o mediatismo em volta do sumo da obra, foi impossível ouvir o escritor e os demais convidados, como também foi impossível sequer chegar junto a JRS e pedir para que autografasse a obra. Ficará para uma próxima Feira do Livro!

 

Sendo uma viciada na leitura, por vezes compro os livros que me interessam quando estes são lançados, fazendo com que a lista de livros por ler fique enorme e parada por algum tempo. Foi o que aconteceu com Fúria Divina.

Devido ao facto de ter muitos livros inclinados para as "teorias da conspiração", levei alguns meses sem poder olhar para obras deste género. Sou da opinião de que o nosso estado de espírito condiciona o nosso tipo de leitura, fazendo que um livro seja bom ou mau consoante a altura que o lemos.

Cansada de todas as conspirações que andava a ler, achei que seria de bom tom fazer esperar o Tomás Noronha por alguns meses. Não fosse ele ficar "pendurado" e ser abandonado a meio da leitura.

 

Minto se disser que gostei do livro da primeira à última página!

Levei-o comigo para mais uma ida a São Miguel e foi deveras doloroso ingrenar na leitura. Talvez não tenha esperado o tempo suficiente para me limpar de toda a conspiração que andou à minha volta. Mas, foi sol de pouca dura! Rapidamente consegui envolver-me na história e não conseguia para de a ler, já que aborda uma temática bastante mediática, envolvente e polémica - o Fundamentalismo Islâmico.

 

Aquando da escrita deste post, já há um novo romance de JRS nas bancas - O Anjo Branco. Já o tenho em minha posse e já me está a fazer companhia à noite. Em breve poderão encontrar a minha apreciação.

 

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10 anos de Ondjaki

Quarta-feira, 06.10.10

Foi hoje na Livraria Buchholz, em Lisboa, que me deliciei a ouvir o poeta angolano Ondjaki.

No dia em que o poeta comemorou 10 anos de carreira, foi a apresentação da sua mais recente obra - "Dentro de mim faz Sul seguido de Acto Sanguíneo" - mais um livro de poesia carregada pela musicalidade africana.

Embora não seja uma grande apreciadora de poesia foi com imenso prazer que vi essa excelente apresentação. Estão de parabéns o escritor pela sua magnificência e a Livraria Buchholz pelo espaço tão aprasível e onde foi tão bom acabar um dia.

 

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por Paula Patricio às 21:50

Exilados, Manuel Arouca

Sexta-feira, 27.08.10

 

Acho que já devem ter percebido que sou uma aficionada pelas obras que retratam a nossa história mais recente. Temáticas como a Ditatura, o 25 de Abril e o Pós 25 Abril fazem parte das minha mais recentes leituras e, como seria de esperar, Exilados de Manuel Arouca tinha de fazer parte da minha biblioteca.

A temática do Pós 25 de Abril está muito em vouga nos últimos tempos e muita coisa tem surgido nas livrarias - umas com mais qualidade do que outras. Apesar de um pouco romanceado, de fácil acesso e de leitura acessível, gostei de ler Exilados já que nos dá uma visão da outra fase da "revolução" que, por vezes, é esquecida ou conotada como os amigos do regime.

Manuel Arouca traz-nos a história dos exilados, dos muitos portugueses que se viram obrigados a abandonar os seus bens e o seu país com destino ao Brasil, depois de verem nacionalizados os seus negócios, as suas contas bancárias congeladas e as suas casas ocupadas, com a Revolução dos Cravos.
No Brasil encontraram um porto de abrigo, um país novo, com costumes diferentes, onde, do zero, tiveram de reconstruir as suas vidas.

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por Paula Patricio às 21:07

Eça agora - Os Herdeiros dos Maias

Quinta-feira, 26.08.10

Uma obra imperdível para quem leu Os Maias de Eça de Queiroz, Eça agora - Os Herdeiros de Os Maias, narra, num tom irónico e cortante a sociedade e os vícios do Portugal de agora que, vendo friamente, não mudou assim tanto comparativamente ao Portugal que Eça conheceu.

Escrito por 7 grandes escritores portugues - Alice Vieira, João Aguiar, José Fanha, José Jorge Letria, Luísa Beltrão, Mário Zambujal e Rosa Lobato Faria - é uma obra imperdível pelo seu tom satírico, pela brincadeira dos nomes de alguns personagens que nos levam a pessoas reais da nossa sociedade (o primeiro-ministro chama-se Platão),  pela ironia tão característica de Eça.

 

SINOPSE: Tudo começou no Alegrete, palacete meio arruinado em que vive Afonso da Maia, avô de Carlos da Maia, jovem médico que se apaixona por Maria Hermengarda.
Fugindo dos ataques sensuais da Condessa de Varinho, Carlos da Maia deixa de lado a espampanante Lara Mendes, filha do riquíssimo Silvestre Ó Saraiva, construtor civil que fez a sua larga fortuna através de métodos muito pouco recomendáveis.

À volta de Carlos movimentam-se Damásio Malcede, o lisboeta novo-rico; João da Régua, o eterno futuro-ministro; o Palma Cavalito, director de A Trombeta do Demónio, e muitas outras personagens herdeiras dos famosos Maias que se movimentam freneticamente numa crónica de costumes ao gosto deste tempo prodigioso do replay e do fast-food. No meio deste enredo surge mesmo o espírito de Eça de Queiroz a pô alguma contenção a personagens e autores.

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por Paula Patricio às 21:55

Solução Primária, Hélder Medeiros

Sábado, 21.08.10

Sinopse: O David, um operacional acabado de integrar uma equipa do Grupo de Operações Especiais da PSP, é chamado para a sua primeira missão, o assalto a uma embaixada tomada por supostos terroristas. O plano é simples: beneficiar do efeito surpresa e conduzir uma acção ofensiva e rápida. Contudo, e sem que nada o faça prever, os acontecimentos tomam um rumo trágico e a missão desmorona-se perante os seus olhos.

Quatro anos depois, o David é visitado pelo familiar de uma das vítimas mortais do assalto, que lhe faz algumas revelações surpreendentes e lhe pede para procurar os assassinos do seu ente querido.

A bsca acaba por guiá-lo através de domínios inesperados e, resultante do contacto com outras personagens, o David é confrontado com o facto de que a humanidade está actualmente na fase mais perigosa da sua Evolução. Somos desenvolvidos o bastante para criar armas capazes de aniquilar um planeta, mas ainda somos animais o suficiente para as usar.

E eis que surge a grande questão: haverá uma forma de sermos salvos? Uma espécie de solução primária escrita nos nossos genes? A resposta a esta pergunta condu-lo a um tenebroso segredo assente numa descoberta feita nos anos 50 nos Açores, um arquipélago isolado no meio do Oceano Atlântico, e que tem o potencial de salvar o Homem ou de ser o gatilho para a sua destruição.

Através de uma série de reviravoltas empolgantes e do desvendar de enigmas cativantes, o David chega finalmente ao fim de uma jornada arrebatadora, culminando naquele que é um desfecho emocionate e imprevisível.

 

 

Numa viagem de avião a Cabo Verde, li e descobri a Solução Primária, a obra do meu conterrâneo Hélder Medeiros.

O Hélder é já alguém bastante conhecido pelos seus hilariantes vídeos, como por exemplo a série "E se tivesse sido feito nos Açores" e já anda a dar cartas na literatura açoreana. Recomendo a visita ao seu blogue onde poderão ficar a saber mais sobre o comediante, o escritor e o homem - www.helfimed.blogspot.com

 

 

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